quarta-feira, 13 de abril de 2011

a voz

Depois de 2 dias sem ouvir a voz dele, o meu telefone toca. Sabia que era ele. E que delícia atender e ouvi-lo dizer "oi florzinha".

É aquela necessidade gostosa de saber como ele está, de ouvir a voz dele, de partilhar o meu dia, de saber que ele deu um jeitinho de me ligar correndo. E até mesmo aquela maldita e bendita insegurança dele, achando que não estou sentindo falta.

Ah, se ele soubesse...

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